Em materiais fundidos, o sinal precisa atravessar mais do que uma parede.
A estrutura interna, a geometria e o acabamento superficial influenciam diretamente a resposta ultrassônica de uma peça fundida.
Por isso, a Tecnomedição trabalha com soluções voltadas tanto à medição localizada de espessura quanto à comparação de velocidade sônica em aplicações relacionadas ao grau de nodularização.
Espessura
Medição da distância entre a superfície de contato e a parede oposta no ponto inspecionado.
Velocidade sônica
Determinação da velocidade de propagação do som no material a partir de uma espessura conhecida.
Estrutura do fundido
Granulação, porosidade, grafita e heterogeneidade podem alterar a intensidade e a estabilidade do eco.
Configuração
Material, faixa, transdutor, referência e superfície precisam ser avaliados em conjunto.
Medir a parede e comparar a estrutura do material não são a mesma aplicação.
Na medição de espessura, o objetivo é determinar a distância entre as duas superfícies da peça utilizando o tempo de percurso do ultrassom.
Na avaliação por velocidade sônica, a espessura é conhecida e utilizada pelo equipamento para calcular a velocidade de propagação do som no material.
Essa segunda abordagem pode apoiar a comparação do grau de nodularização em fundidos, conforme o procedimento e as referências definidos para a aplicação.
Antes de escolher o equipamento, confirme se o resultado esperado é espessura em milímetros ou velocidade sônica em metros por segundo.A grandeza medida define o método
A estrutura interna pode dispersar ou enfraquecer o sinal ultrassônico.
Em fundidos, o alcance útil depende da combinação entre liga, estrutura, espessura, frequência, transdutor e qualidade do eco.
Granulação
Grafita
Porosidade
Geometria
Superfície
Espessura
A leitura é obtida pelo tempo de ida e volta do pulso no material.
O transdutor envia energia ultrassônica para o interior da peça. Quando o sinal alcança a parede oposta, parte da energia retorna e é utilizada para calcular a espessura.
O valor depende da velocidade sônica configurada. Se a velocidade utilizada não corresponder ao material real, o resultado será proporcionalmente incorreto.
A medição representa a região sob o transdutor. Em peças complexas, vários pontos são necessários para compreender a distribuição da parede.
- Tempo de percurso do pulso
- Velocidade sônica configurada
- Referência conhecida
- Acoplamento adequado
- Eco de fundo estável
- Vários pontos em peças complexas
Transdutor de menor frequência e maior área de contato para uma aplicação exigente.
A faixa geral publicada é referenciada em aço. Em fundidos, o alcance efetivo precisa ser confirmado considerando liga, estrutura, espessura e qualidade do sinal.
Faixa em aço
0,60 a 300,00 mm, podendo mudar conforme o material.
Temperatura de operação
-10 °C a 60 °C.
Precisão informada
Precisão de ± 0,02 mm nas condições previstas.
Resolução programável
Configuração de 0,01 ou 0,1 mm.
Alarmes de tolerância
Alarmes para medidas fora dos limites definidos.
Display iluminado
Iluminação para ambientes de pouca luminosidade.
Transdutor TM-216 EX
Configuração fornecida para a aplicação em fundidos.
Faixa do transdutor
3,00 a 100,00 mm, conforme informado no conjunto.
Contato de 16 mm
Maior área de contato para uma aplicação exigente.
Frequência de 1 ou 2 MHz
Menor frequência para favorecer penetração em materiais atenuantes.
Duplo cristal S/E
Configuração de transmissão e recepção em cristais separados.
Conector Lemo 00
Conector informado para o conjunto.
Cabo de 1,20 m
Comprimento informado para o transdutor.
Padrão para calibração
Referência para preparação e conferência da medição.
Manual de instruções
Apoio para configuração e uso do equipamento.
Estojo de transporte
Proteção e organização do conjunto.
Confirmação da aplicação
Liga, estrutura, espessura e eco definem a viabilidade real.
Os pontos devem acompanhar a geometria e as regiões críticas do componente.
Uma superfície acessível nem sempre significa que a parede oposta está paralela ao transdutor. Essa condição deve ser considerada antes de interpretar a leitura.
Paredes principais
Regiões amplas onde a espessura nominal deve permanecer estável.
Mudanças de seção
Transições entre paredes finas e espessas podem apresentar comportamento diferente.
Raios e curvas
A orientação do feixe e o contato do transdutor precisam ser avaliados.
Regiões usinadas
Superfícies mais regulares podem oferecer melhor contato e servir como referência de comparação.
Áreas próximas a reforços
Nervuras e mudanças geométricas podem dificultar a interpretação do eco.
Locais definidos pelo projeto
Pontos de controle devem representar requisitos dimensionais e regiões relevantes à função da peça.
Antes de registrar o valor, confirme se o sinal representa a parede oposta.
Quando o eco não é confiável, a ausência de uma leitura estável não deve ser convertida em um valor presumido.
Limpar a região
Remova sujeira, oxidação solta e partículas que prejudiquem o contato.
Aplicar acoplante
Elimine a camada de ar entre transdutor e superfície.
Reposicionar o transdutor
Busque uma condição de contato mais estável no mesmo ponto.
Verificar perpendicularidade
Considere a direção possível do feixe em relação à parede oposta.
Conferir velocidade sônica
Uma velocidade incorreta altera proporcionalmente o resultado.
Comparar com referência
Use uma espessura conhecida, preferencialmente do mesmo material.
Avaliar outra frequência
Outro transdutor pode melhorar penetração ou estabilidade do eco.
Repetir pontos próximos
Leituras vizinhas ajudam a entender se o comportamento é localizado.
Observar estabilidade
Registre apenas valores com resposta consistente.
Registrar limitações
Documente restrições de superfície, geometria ou sinal.
Uma espessura conhecida permite calcular a velocidade de propagação no fundido.
O medidor SME-P VS é apresentado pela Tecnomedição para determinar a velocidade sônica de materiais e apoiar a indicação do grau de nodularização em fundidos de forma não destrutiva.
A relação entre velocidade sônica e nodularização deve ser estabelecida por referências, amostras e critérios próprios do processo.
Medição mecânica e ultrassônica reunidas no mesmo procedimento.
O SME-P VS combina espessura conhecida e tempo de percurso do som para calcular a velocidade sônica do material.
Determinação da velocidade
Medição da velocidade sônica de materiais.
Nodularização
Aplicação voltada à indicação do grau de nodularização.
Precisão informada
Precisão de ± 20,00 m/s.
Entrada da espessura
Por cabo serial ou teclado.
Medição mecânica
Espessura de referência antes da leitura ultrassônica.
Valor no display
Apresentação da velocidade sônica calculada.
Espessura atual
Exibição da espessura de referência atual.
Alarmes alto e baixo
Controle visual de limites definidos.
Transdutor TM-410 SE/CL
Transdutor informado para o conjunto.
Contato de 12 mm
Diâmetro de contato informado.
Frequência de 4 MHz
Frequência apresentada para a aplicação.
Duplo cristal S/E
Transmissão e recepção em cristais separados.
Conector Lemo 00
Conexão informada pela Tecnomedição.
Paquímetro com saída
Medição mecânica com comunicação para o equipamento.
Cabos de comunicação
Integração entre medição mecânica e equipamento.
Caixa luminosa
Indicação luminosa conforme a configuração.
Referências do processo
Correlação e limites devem ser definidos pela empresa.
As duas aplicações usam ultrassom, mas respondem a perguntas diferentes.
Medição de espessura
- Resultado em milímetros
- Espessura desconhecida
- Acesso por uma face
- Controle localizado da parede
- Comparação com limites dimensionais
- Velocidade sônica previamente configurada
Medição de velocidade sônica
- Resultado em metros por segundo
- Espessura conhecida por medição mecânica
- Comparação do comportamento acústico
- Apoio à avaliação de nodularização
- Referências próprias do processo
- Correlação com critérios metalúrgicos
As duas aplicações utilizam ultrassom, mas exigem procedimentos, referências e critérios distintos.
A instrumentação apoia o controle; a aceitação depende do procedimento.
O valor só se torna útil quando existe uma referência técnica para interpretá-lo, seja para espessura localizada ou para velocidade sônica.
Espessura no ponto
O equipamento pode informar a parede medida na região sob o transdutor.
Velocidade sônica
O SME-P VS calcula a velocidade do som a partir de uma espessura conhecida.
Alarme de tolerância
Limites alto e baixo ajudam no acompanhamento conforme o modelo.
Liga e condição
O processo deve definir material, condição metalúrgica e referência aplicável.
Pontos e critérios
Projeto e qualidade definem pontos, tolerâncias e aprovação.
Correlação metalúrgica
A nodularização exige referências e validação próprias do processo.
Em fundidos, medir bem significa distinguir o que pertence à parede, ao material e ao próprio comportamento do sinal.
Dúvidas sobre medição em fundidos.
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